Coordenação Pedagógica
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50 idéias para 2010. |
PROPOSTA DE CURRÍCULO POR COMPETÊNCIAS PARA O ENSINO MÉDIO
Coordenador Pedagógico - Professor José Francisco da Rocha
Para entrar em contato com o Coordenador Pedagógico utilize o seguinte email: coordenadorpedagogico@etefernandoprestes.com.br
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DELIBERAÇÃO 11
PROJETO HAE - MODELO
Acompanhamento II PTD
Análise II PTD
Orientações_elaboração_PTD
Modelo PTD 2010 : PDF
Modelo PTD 2010 : Word
Dicas de sites para os professores
http://revistaeducacao.uol.com.br
http://uol.com.br/novaescola
http://revistaensinosuperior.com.br
http://www.guiademidia.com.br/revistas/educacao.htm
O que é a Coordenação Pedagógica?
A função formadora dos coordenadores pedagógicos
Em geral, a trajetória de formação do coordenador pedagógico apresenta uma grande defasagem entre os conteúdos aprendidos e a demanda de trabalho relacionada à atuação junto aos professores
A participação em processos de profissionalização, que responda às especificidades da função do coordenador pedagógico, tem se colocado como condição necessária para o desenvolvimento de uma prática de intervenção adequada aos processos de ensino e de aprendizagem realizados no interior da escola.
A não existência de um preparo específico leva o coordenador a manter-se distante de seu verdadeiro objeto de trabalho: a formação continuada do professor. Não é de se espantar que, durante muito tempo, este profissional tenha se envolvido com questões burocráticas ou tenha atuado como uma espécie de supervisor controlador.
O papel do formador
O coordenador pedagógico é co-responsável pelos resultados das aprendizagens dos alunos. Portanto, tem como desafio a implementação de ações com intencionalidade formativa voltadas para a qualificação constante e permanente dos professores, o que implica na legitimação do coordenador como formador. Conseqüentemente é sua responsabilidade a viabilização de mudanças na sala de aula e na dinâmica da escola, o que conduz a um impacto bem mais produtivo e significativo do processo educativo.
Concretizar esse processo, que se pretende transformador em relação à prática do coordenador e, que em suas próprias características, traz o ousado desafio de romper com o modelo convencional de formação, é uma tarefa extremamente exigente e rigorosa, pois provoca alterações numa dada prática partindo do seu próprio desvelamento. Isto requer a articulação entre os princípios que sustentam a formação reflexiva e a dinâmica do real, vivenciada pelo grupo, com suas dificuldades, expectativas e necessidades formativas. Além disso, a diversidade explicitada pelos diferentes contextos de atuação de cada membro do grupo requer um atendimento individualizado e diferenciado. Tomando como ponto de partida o que os coordenadores fazem e como fazem, bem como a análise desse fazer em função do seu foco de atuação, tem sido possível o reconhecimento da necessidade de mudança. A partir da constatação de equívocos em relação à prática concretizada e a discussão de seus condicionadores é possível efetivar mudanças.