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50 idéias para 2011.
Organizar bem seu tempo, planejar de acordo com as
necessidades de cada aluno, promover um ambiente de
cooperação...
Proposta de Currículo Por Competências Para o Ensino Médio
Coordenador Pedagógico - Professor José
Francisco da Rocha
Para entrar em contato com o Coordenador Pedagógico utilize o
seguinte email:
coordenadorpedagogico@etefernandoprestes.com.br ou pelo
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Deliberação 11
Projeto HAE - Modelo
Acompanhamento II PTD
Análise II PTD
Orientações_elaboração_PTD
Modelo PTD - Ensino Médio - 1º Semestre 2012
Modelo PTD - Ensino Técnico - 1º Semestre 2012
Dicas de sites para os professores
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O que é a Coordenação Pedagógica?
A Função Formadora Dos
Coordenadores Pedagógicos
Em geral, a trajetória de formação do coordenador pedagógico
apresenta uma grande defasagem entre os conteúdos aprendidos e a
demanda de trabalho relacionada à atuação junto aos professores
A participação em processos de profissionalização, que
responda às especificidades da função do coordenador pedagógico,
tem se colocado como condição necessária para o desenvolvimento
de uma prática de intervenção adequada aos processos de ensino e
de aprendizagem realizados no interior da escola.
A não existência de um preparo específico leva o coordenador
a manter-se distante de seu verdadeiro objeto de trabalho:
a formação continuada do professor. Não é de se
espantar que, durante muito tempo, este profissional tenha se
envolvido com questões burocráticas ou tenha atuado como uma
espécie de supervisor controlador.
O Papel do Formador
O coordenador pedagógico é co-responsável pelos resultados
das aprendizagens dos alunos. Portanto, tem como desafio a
implementação de ações com intencionalidade formativa voltadas
para a qualificação constante e permanente dos professores, o
que implica na legitimação do coordenador como formador.
Conseqüentemente é sua responsabilidade a viabilização de
mudanças na sala de aula e na dinâmica da escola, o que conduz a
um impacto bem mais produtivo e significativo do processo
educativo.
Concretizar esse processo, que se pretende transformador em
relação à prática do coordenador e, que em suas próprias
características, traz o ousado desafio de romper com o modelo
convencional de formação, é uma tarefa extremamente exigente e
rigorosa, pois provoca alterações numa dada prática partindo do
seu próprio desvelamento. Isto requer a articulação entre os
princípios que sustentam a formação reflexiva e a dinâmica do
real, vivenciada pelo grupo, com suas dificuldades, expectativas
e necessidades formativas. Além disso, a diversidade explicitada
pelos diferentes contextos de atuação de cada membro do grupo
requer um atendimento individualizado e diferenciado. Tomando
como ponto de partida o que os coordenadores fazem e como fazem,
bem como a análise desse fazer em função do seu foco de atuação,
tem sido possível o reconhecimento da necessidade de mudança. A
partir da constatação de equívocos em relação à prática
concretizada e a discussão de seus condicionadores é possível
efetivar mudanças.
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